A seleção brasileira de voleibol ganhou, nos últimos anos, quase todos os grandes títulos do esporte ao redor do mundo. É interessante notar a forma como o time brasileiro reage à pressão e às dificuldades dentro de quadra. Muitos especialistas do jogo especulam sobre a fórmula da vitória que temos nesse esporte. Mas quase todos eles concordam em um ponto: o técnico brasileiro faz toda a diferença. Com certeza você já ouviu falar de Bernardinho e da maneira como treina a seleção brasileira de vôlei. Em um de seus livros ele afirma que além da garra é necessário um forte espírito de cooperação entre os jogadores. O técnico ainda afirma que é preciso evitar a “zona de conforto”, se o alvo for a vitória.
Vivemos em um mundo em que a individualidade é proclamada como a principal vitória do homem moderno. Somos levados a pensar que mandamos em nós mesmos. Mas o interessante é que as escolhas que tomamos estão todas dentro de um molde pré definido. Ou seja, as roupas que você compra, a comida que come e até os lugares que vai são exatamente os mesmos que todos escolhem. Quero dizer que embora isso seja uma enorme manipulação, não temos como fugir das relações sociais. Nós somos seres sociais.
Quando Deus converteu Paulo o inseriu imediatamente em um grupo social específico: a igreja. É interessante que mesmo o grande e culto Paulo tinha algo a aprender com outras pessoas. O provável é que tais pessoas tivessem um conhecimento até menor do que ele em alguns aspectos. Mas o que importava é que até ali elas haviam andado mais com Jesus do que ele. Haviam passado mais tempo com Cristo.
A juventude nos faz, muitas vezes, suspeitar que sabemos mais do que aqueles que nos cercam. Sabe, muitas vezes é verdade. Hoje, nossa habilidade com a tecnologia nos aproximou muito do conhecimento. Com dezesseis anos sabemos coisas que nossos pais nunca sonharam. Mas isso não significa que sabemos tudo. Na vida espiritual existem coisas que só o tempo faz. E com certeza existem pessoas que têm muito mais tempo do que nós.
Jovem, qual é a “zona de conforto” de sua vida? Como têm sido seus dias na igreja. Você costuma ouvir com atenção aqueles que já viveram mais? Ou, é “confortável” viver em constante desdém com as coisas de Deus? Lembre-se, assim como em um time de vôlei, a vitória no campo espiritual pode depender do que outros têm a nos ensinar. Então, ouça, e com atenção!
Pense:
Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança. Provérbios 11:14
Desafio:
Inclua em suas orações de hoje o pedido para que Deus lhe ajude a ouvir melhor os de maior experiência espiritual. Peça a Ele a saber discernir o momento de ouvir do de falar. Estarei orando por você.
Prof. Junior:
Disse um Pastor outro dia: Os jovens de hoje tem muito mais acesso a informação que as outras gerações, mas correm o risco de ter menos conhecimento, exatamente pela overdose desse acesso, correm o risco de não se aprofundar naquilo que é bom, para ter de fato mais sabedoria. Será que ele tem razão?
Juracy Júnior-Ba:
Nos acostumamos com este Mundo, embora queiramos sair dele, nada fazemos para abreviar a volta de Jesus .
Galera, Orem por mim. Amém
Wevillene:
Por mais q eu queira sair, não consigo, pois tem algo que me prende, e eu não quero sair da igreja, pois é uma coisa q eu so muito apegada. Apesar de querer conhecer o mundo, tem sempre uma voz dentro de mim que diz "não vá, fique mais um pouco". Então, orem por mim, pois estou precisando. Amém.
Thuan:
Às vezes eu fico ligado em outras coisas que não agradam a DEUS, mas, depois, eu fico pensando.em tudo que é certo e errado. Peço oração pela minha vida espiritual..
Quezia Cavalcante:
Eu, pessoalmente, ñ costumo muito ouvir os adultos, ou seja, ’as ’pessoas’’ q têm mas experiência na vida espiritual... Então, peço a vcs q orem muito pela minha vida espiritual.
Vitória:
Eu preciso parar de me conformar com as coisas, do jeito que elas são, ao meu redor. Devo fazer a diferença, como uma menina cristã! Por favor, orem por mim.
Comentário por:
Pr. Felipe Masotti
Nasceu em São Paulo - SP, onde morou até 2004, quando decidiu estudar Teologia. Formou-se em 2008 no Unasp-EC. Hoje é capelão e professor de Bíblia no Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro. Gosta muito de estar com sua esposa Camila, de meditar sobre a volta de Jesus e de estudar línguas antigas.